O uso de minerais na arquitetura e no design de interiores
Texturas minerais unem o rústico e o tecnológico no design de interiores. Veja aplicações, desafios para especificadores e soluções da Todeschini.
A memória geológica do planeta presente no lar define a estética das superfícies de inspiração mineral. Mais do que planos de acabamento, materiais rochosos e suas réplicas avançadas preservam a solidez da natureza e projetam uma visão contemporânea para a arquitetura e o design de interiores.
O resultado é uma matéria que proporciona experiência sensorial e conexão. Feiras internacionais de design reforçam essa convergência, impulsionada pela busca por ambientes alinhados à natureza.
Minerais como mármore, granito, quartzito e ardósia seguem amplamente utilizados. Uma tendência em destaque é o “Stone Drenching”, quando grandes superfícies são revestidas com um único tipo de pedra, criando continuidade visual e efeito escultural.
A beleza rústica e orgânica das pedras, com seus veios expressivos e tonalidades que variam dos neutros terrosos aos vibrantes, é intencionalmente contrastada com elementos de alta tecnologia e acabamentos industriais, como o metal e o vidro, criando a fusão perfeita entre o ancestral e o contemporâneo.
Confira as aplicações dos minerais no design
Na arquitetura, a aplicação de minerais e superfícies inspiradas em pedra vai além do revestimento e assume papel artístico:
Pisos e revestimentos: mármore, granito, basalto e travertino continuam essenciais, mas o destaque está no uso da ardósia, que adiciona uma textura folheada e um aspecto natural em grandes planos verticais.
Bancadas e tampos: o granito e o quartzito dominam cozinhas e banheiros pela sua resistência, enquanto o mármore e o ônix (que permite efeitos luminosos) são reservados para peças de destaque.
Lareiras e painéis: pedras naturais que conferem calor e sofisticação, integrando-se como um elemento monolítico no living.
Mobiliário: mesas de centro, laterais e tampos de armários recebem acabamento em pedra, ou em minerais ornamentais mais raros como quartzo rosa e ágata, adicionando detalhes exclusivos.
Objetos decorativos: esculturas, vasos e objetos menores feitos de minerais e pedras complementam a atmosfera.

Crédito: Pexels
Minerais: desafios para o especificador
Para o especificador, a escolha de superfícies minerais exige atenção técnica. Enquanto pedras naturais demandam cuidados com porosidade e manutenção, superfícies sintéticas avançadas oferecem estética similar com maior praticidade.
O desafio está em explorar a imponência desses materiais em peças monolíticas, como ilhas gourmet e grandes painéis, que exigem cortes precisos e junções imperceptíveis. Nesses casos, o know-how em marcenaria de alto padrão é essencial, garantindo que a beleza do mineral seja integrada ao mobiliário de forma segura e esteticamente perfeita.
Materiais inspirados em minerais, como superfícies sintéticas avançadas, surgem como alternativas sustentáveis, combinando resistência, estética e menor impacto ambiental.
Cores e texturas
A paleta de cores neutras e terrosas, típica da estética mineral, encontra curvas suaves e formas orgânicas no design de móveis contemporâneo.
As texturas minerais oferecem solidez e atemporalidade, sustentando ambientes fluidos e dinâmicos onde simplicidade e sofisticação coexistem.
A busca por mimetizar a engenhosidade da natureza, presente em arquitetos como Antoni Gaudí e Frei Otto, segue influenciando a inovação em materiais e estruturas.
O acabamento da pedra define o efeito final: superfícies polidas transmitem elegância, enquanto acabamentos foscos destacam a textura natural e contribuem para conforto térmico e acústico.
A iluminação estratégica valoriza veios e nuances, transformando painéis e ilhas em pontos focais do ambiente.
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